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  • 10 anos que abalaram o mundo

    O mundo do século XX está ficando para trás. Um novo mundo JÁ É REALIDADE. Não estamos falando do futuro. Estamos falando do mundo de HOJE, em 2016. Estamos vivendo na era do conhecimento, numa sociedade digital, em rede.

  • E se abrir os dados não for politicamente correto?

    A cultura de dados abertos não é, apenas "politicamente correta", ela é mais eficiente e eficaz para a sociedade. Ela permite que os diferentes agentes econômicos e sociais tomem decisões de maior qualidade e com menor riscos.

  • Por que a quantidade de informação não para de crescer?

    Em todas as áreas do conhecimento a questão central é como se dá o processo de comunicação: biólogos querem saber como os genes e células se comunicam; cientistas sociais querem entender como as relações humanas influenciam e constroem nossas ideias e sentimentos...

  • Crise ou mudança de paradigma?

    Vivemos com uma permanente sensação de que estamos em crise. No trabalho, na vida pessoal, na família. Para Roberto Panzarani, professor e pesquisador italiano, esta sensação é real. Estamos vivendo um momento revolucionário, de quebra de paradigmas. 

  • Derrotar o medo pra fazer renascer a esperança

    Alguns fisicamente. Segundo a Receita Federal, o êxodo de brasileiros aumentou 67% no último ano (veja a notícia). Mas a maioria de nós está abandonando o país de outra forma. Estamos sem esperança. E com medo. 

  • Dengue: vacina importada é mais um exemplo do fracasso de nossa política de C&T

    A política de ciência e tecnologia que predomina em nosso país, há muitos anos, prefere pulverizar o investimento em milhares de projetos de interesse dos pesquisadores em detrimento de projetos de claro interesse da sociedade.

  • A revolução dos paradigmas: Como transformar seu negócio no universo da nova economia

    Neste novo mundo do século XXI a economia digital já é uma realidade e, do ponto de vista da ciência, um novo modo de pensar está superando o pensamento cartesiano, típico dos séculos XIX e XX: o pensamento complexo.

  • Mercedes Benz não é mais fabricante de automóveis

    A descentralização ainda maior do poder é uma das questões mais importantes nesta revolução que está nos colocando no século XXI. Cidadãos do mundo: uni-vos!


  • Qual a nossa maior riqueza?

    De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.

  • A Islândia e a democracia direta: sonho ou realidade?

    "A topologia da rede determina o que ela pode ou não fazer" 
    (Albert-László Barabási)

  • Que Europa foi derrotada?

    O desafio da Europa é o mesmo que o nosso: construir novas estruturas de poder, mais autônomas e descentralizadas. Em rede...


  • Inovação, ciência e tecnologia: a persistência no erro

    Pela sexta vez consecutiva o Brasil caiu no ranking de competitividade mundial. Este resultado não é fruto do acaso ou de improvisos, é o resultado de anos de uma política equivocada de ciência, tecnologia e inovação.

  • Quem ficou bem nas fitas?

    Os poderosos estão tendo um medo que nunca tiveram antes. Com razão. Eles estão sendo investigados e punidos como nunca foram. Empreiteiros, doleiros, latifundiários, banqueiros e políticos se achavam imunes à lei.

  • Crise econômica ou de paradigma?

    Migrar empresas do século XX para o século XXI é extremamente difícil. Não existem certezas sobre os resultados dessas empreitadas, mas o certo é que, lutar contra a disrupção causada pelo mundo digital definitivamente não é uma alternativa. Cuidado: quando um novo paradigma liberta, o anterior aprisiona.


  • O futuro não está escrito nas estrelas

    Estar no mundo é coexistir com uma variedade de visões, sentimentos e percepções. Para muitos de nós isto é motivo de angústia. Preferimos o conforto de nos cercar de quem pensa, sente e age como nós. 

  • Não há reforma política sem acabar com os 100.000 cargos de confiança

    Segundo o Boletim Estatístico de Pessoal e Informações Organizacionais, do Ministério do Planejamento, estes cargos "podem ser ocupados por servidores com cargo efetivo, requisitados de outros órgãos ou esferas e sem vínculo com o Serviço Público". Ou seja, não precisam ser concursados.


  • Taxistas e intelectuais num tempo de travessia

    Fiquei pensando no que leva as pessoas a defenderem o indefensável e me lembrei da célebre polêmica entre Camus e Sartre. Tanto um quanto o outro militaram na resistência francesa ao fascismo e se consideravam intelectuais de esquerda, mas divergiram frontalmente quando o mundo tomou conhecimento dos crimes cometidos por Stalin.


  • Valor de mercado do Google ultrapassa U$ 500 bilhões

    Poucos ainda duvidam que a era industrial está ficando para trás. Cada vez mais fica claro que para ter sucesso, as organizações – qualquer que seja o setor onde atuem – terão que ter uma estratégia para se incorporar à economia digital, em rede.

  • Economia do conhecimento ? by Dave Snowden

    Traduzo aqui um interessante artigo de Dave Snowden, uma das referências em gestão do conhecimento (clique aqui para ver o artigo original). A tradução é livre e agradeço quem quiser melhorá-la.


  • Gigante dormindo em berço esplêndido com esta conversa mole pra boi dormir

    Conheci Paulo Montenegro quando tinha 15 anos de idade. Dois de seus filhos eram meus colegas no colégio São Vicente de Paulo e em um time de pelada que fez história nos campos do Aterro do Flamengo.... 

  • A Lava Jato é uma inovação disruptiva que pode colocar o Brasil no século XXI

    A inovação disruptiva não é uma inovação radical. Uma inovação radical traz um produto (ou serviço) totalmente novo, que não existia antes e cria um novo mercado. A internet foi uma inovação radical.