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Aprendizado em equipe
Visa o alinhamento e a sinergia e não apenas a melhoria das habilidades dos membros da equipe, e suas habilidades de comunicação interpessoal, que é o objetivo do desenvolvimento de equipes.

Arranjos produtivos locais (APLs)
São conjuntos de atores econômicos, políticos e sociais, localizados em um mesmo território, desenvolvendo atividades econômicas correlatas.

Arquitetura de informações
Trata-se da arte e ciência de organizar informações de forma que sejam fáceis de encontrar, gerir e utilizar. É uma disciplina desenvolvida em torno do usuário e a facilidade de uso é o aspecto mais importante da interação com as informações. É comum o emprego da expressão na estruturação de um portal online, na modelagem de um banco de dados, no inventário do patrimônio de bens, livros e arquivos de uma organização.

Ativos estratégicos
São os ativos, tangíveis ou intangíveis, que dão à empresa uma vantagem competitiva. Exemplos de ativos estratégicos são máquinas, equipamentos, marcas, patentes, direitos de exploração, etc. As competências essenciais e os ativos estratégicos podem ser de dois tipos: tecnológicos ou de mercado.

Ativos Intangíveis
Segundo Reilly e Schweihs (1998), para que um ativo possa ser classificado como intangível é preciso que ele apresente algumas características como:

  • Estar sujeito à identificação específica e à descrição reconhecível;
  • Estar sujeito à existência e à proteção legal;
  • Estar sujeito ao direito de propriedade privada e esse direito deve ser legalmente transferível;
  • Haver alguma evidência tangível ou manifestação da existência do ativo intangível (como contrato, licença, documento de registro, etc.);
  • Ter sido criado em um momento ou evento identificável;

Na prática, como a diferença entre o valor contábil e o valor de mercado das empresas vem aumentando, fica claro que o balanço contábil não é a ferramenta adequada para avaliar o valor de uma empresa. Segundo Lev Baruch "é amplamente aceito que os ativos intangíveis (capital do conhecimento ou intelectual) são os maiores criadores de valor e de crescimento das empresas na maioria dos setores da economia, mas a avaliação desses ativos tem sido negligenciada por gestores, contadores e analistas financeiros".

Pode-se listar como ativos intangíveis os seguintes elementos: Marcas da empresa e Marcas dos produtos; investimentos em P&D; direitos de autoria; patentes, licenças, royalties, segredos comerciais, alianças e parcerias, localização estratégica, contratos de franquia, softwares, carteira de clientes; contratos, base de dados, processos (produção, distribuição, gestão, inovação, informação, aprendizado) certificações, além das competências dos colaboradores.

Balanced ScoreCard
Desenvolvido por Kaplan e Norton como uma ferramenta para medir o valor dos ativos intangíveis de uma organização. O método foi projetado para direcionar a atenção dos gerentes para quatro fatores que ajudam a estratégia de negócios: avaliação financeira, gerenciamento dos clientes, dos processos internos e capacitação dos colaboradores.

Benchmarking
Padrão referencial de mercado. Um trabalho é considerado benchmarking quando é tido como o melhor de sua categoria de mercado. É um processo contínuo de comparação de produtos, serviços e práticas empresariais entre os mais fortes concorrentes ou empresas reconhecidas como líderes, visando identificar o melhor do melhor e alcançar um nível de superioridade ou vantagem competitiva.

Blog
Abreviação de weblog, qualquer registro freqüente de informações pode ser considerado um blog (últimas notícias de um jornal online por exemplo). A maioria das pessoas tem utilizado os blogs como diários pessoais, porém um blog pode ter qualquer tipo de conteúdo e ser utilizado para diversos fins. Uma das vantagens das ferramentas de blog é permitir que os usuários publiquem seu conteúdo sem a necessidade de saber como são construídas páginas na internet, ou seja, sem conhecimento técnico especializado.

Capacidade de aprendizagem
Habilidade e proficiência que permite às pessoas intensificarem consistentemente sua capacidade de produzir resultados que lhes sejam verdadeiramente importantes.

Capitais do Conhecimento ©
O modelo de gestão denominado Capitais do Conhecimento é fruto de reflexão teórica e de observação prática sobre a questão. Teoricamente, é baseado nos conceitos expostos por Sveiby, Edvinsson e Stewart; empiricamente, é fundamentado em experiências concretas desenvolvidas por alguns projetos de gestão do conhecimento levados a cabo, desde início de 1998, pelo Centro de Referência em Inteligência Empresarial da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Crie - Coppe/UFRJ).

O Modelo dos Capitais do Conhecimento apresenta quatro capitais que devem ser devidamente monitorados e gerenciados para uma efetiva gestão do conhecimento de uma organização. São eles: o “capital ambiental”, o “capital estrutural”, o “capital humano” e o “capital de relacionamento” (Figura 1).

Figura 1: Os capitais do conhecimento©

Na realidade não existe, a priori, um capital mais importante do que o outro. A importância relativa entre os quatro capitais depende de cada organização, seu grau de desenvolvimento e do tipo de negócio em que está envolvida. O crescimento de uma empresa depende da sinergia entre esses capitais.

Capital Ambiental
O capital ambiental define o conjunto de fatores que descrevem o ambiente onde a organização está inserida. Estes fatores são expressos pelo conjunto das características sócio-econômicas da região (nível de escolaridade, distribuição de renda, taxa de natalidade, etc), pelos aspectos legais, valores éticos e culturais, pelos aspectos governamentais (grau de participação do governo, estabilidade política), pelos aspectos financeiros, como o nível de taxa de juros e os mecanismos adequados de financiamento e pelos aspectos tecnológicos.

Capital Estrutural
O capital estrutural pode ser definido como um conjunto de sistemas administrativos, conceitos, modelos, rotinas, marcas, patentes e sistemas de informática, que permitem à organização funcionar de maneira efetiva e eficaz.

Faz parte do capital estrutural a cultura da organização, ou, em outras palavras, a maneira como uma determinada organização faz funcionar o seu negócio. De maneira simplista mas extremamente clara, Leif Edvinsson define o capital estrutural como “tudo aquilo que fica na organização quando as pessoas deixam o escritório e vão embora para casa”...

O capital estrutural, ao contrário do capital intelectual, pode ser criado pelos funcionários, mas pertence à organização. De todos os capitais, é o mais fácil de mensurar, pois geralmente sabemos quanto custa um determinado software ou uma determinada patente.

No nosso entender a gestão do capital estrutural deve contemplar três processos distintos e complementares:
1) A definição do conjunto de processos-chave do negócio
2) A definição do tipo de estrutura organizacional e
3) A definição dos instrumentos de acompanhamento e avaliação dos projetos (instrumentos de gestão) a serem utilizados.

Capital Humano
O capital humano refere-se tanto à capacidade, habilidade e experiência quanto ao conhecimento formal que as pessoas detêm e que agregam valor a uma organização. O capital humano não é, entretanto, propriedade das empresas. As pessoas não são “patrimoniáveis”. Na verdade, elas não pertencem ao “patrimônio” das organizações desde, pelo menos, o fim da escravidão. Muito menos o capital humano destas pessoas.

O capital humano é um ativo intangível que pertence ao próprio indivíduo, mas que pode ser utilizado pela empresa para criar valor.

Capital de Relacionamento
Os clientes são parte fundamental dos relacionamentos de uma empresa. Como diria Thomas Stewart, “Entre as três grandes categorias de ativos intelectuais – capitais humano, estrutural e do cliente – os clientes são os mais valiosos. Eles pagam as contas”.

Mas isto não é tudo. Para nós, do Crie, o capital de relacionamento é definido como a rede de relacionamentos de uma organização e seus colaboradores com seus clientes, fornecedores e parceiros.

Concordamos com Verna Allee, quando ela diz que “no universo dos negócios, as redes são compostas de conjuntos de ligações dinâmicas entre diversos parceiros, os quais estão engajados em trocas deliberadas e estratégicas de serviço, conhecimento e valor”.

O capital de relacionamento, portanto, é aquele que valoriza e incentiva uma empresa a estabelecer alianças estratégicas para ampliar sua presença no mercado. Uma organização isolada terá menores chances de alcançar sucesso. Esses relacionamentos, individuais ou institucionais, possuem valor e devem ser gerenciados.

Capital social
Refere-se a um conjunto de instituições formais e informais, incluindo hábitos e normas sociais, que afetam os níveis de confiança, interação e aprendizado em um sistema social.

Competitividade
Pode ser definida como a capacidade de a empresa formular e implementar estratégias concorrenciais, que lhe permitam ampliar ou conservar uma posição sustentável no mercado.

Cooperação
O significado genérico de cooperação é o de trabalhar em comum, envolvendo relações de confiança mútua e coordenação, em níveis diferenciados, entre os atores.

Cluster
Aglomeração territorial de empresas com características similares.

Coaching
Ferramenta adotada na gestão do capital humano, visando o desenvolvimento e liderança de pessoas. O Coach é um consultor especializado no crescimento pessoal e profissional dos indivíduos.

Comércio eletrônico
Transações comerciais que se utilizam de redes eletrônicas como plataforma tecnológica. Nela estão envolvidos três tipos de agentes: o governo, as empresas e os consumidores. As possíveis ações entre esses agentes são as seguintes:

  • B2B (business-to-business) – transações entre empresas;
  • B2C/C2B (business-to-consumer/consumer-to-business) – transações entre empresas e consumidores;
  • B2G/G2B (business-to-government/government-to-business) – transações envolvendo empresas e governos;
  • C2C (consumer-to-consumer) – transações entre consumidores finais;
  • G2C/C2G (government-to-consumer/consumer-to-government) – transações envolvendo governo e consumidores finais;
  • G2G (government-to-government) – transações entre governos.

Competência de uma organização
Composta pelo conjunto de habilidades, tecnologias e conhecimentos que ela possui. Pode ser uma competência básica, quando trata de conhecimentos necessários para quaisquer organizações: gestão (marketing, finanças e vendas), produção, recursos humanos e inovação; ou aquelas que criam diferenciais competitivos e são reconhecidas por seus clientes e de difícil cópia. Um exemplo de competência essencial é o conjunto de tecnologias, habilidades e conhecimentos que permite que a Petrobrás explore petróleo em águas profundas. Apesar das habilidades e conhecimentos estarem também nas pessoas que compõe a empresa, pode se falar de competência da empresa.

Competências essenciais
Conjunto de habilidades e tecnologias únicas que permite à organização oferecer benefícios ao cliente. As habilidades que constituem essas competências são encontradas nos funcionários e somente através do desenvolvimento e estímulo dessas habilidades individuais a organização pode garantir que o negócio continue. Para mais detalhes leia o livro The Core Competence of the Corporation, de Gary Hamel e C.K. Prahalad.

Comunidade em rede
Grupo de pessoas que se relaciona em ambientes de rede (internet, intranet e outras), através de ferramentas interativas, que podem, ou não, em função da dinâmica estabelecida, gerar inteligência coletiva;

Comunidade virtual
optamos por chamar de comunidades em rede;

Conhecimento
Dados e informações podem ser armazenados, manipulados e processados pelos computadores. Com o conhecimento isto não acontece. O conhecimento é algo pessoal, vivenciado por alguém. Não pode ser armazenado nem processado por computadores. Só pelas pessoas.

O conhecimento é usado pelas pessoas para se tomar uma decisão ou praticar uma ação. Assim, é absolutamente errado falar de um "portal do conhecimento" em um computador. Em computadores só temos base de dados ou de informações. Se a informação está, como já dissemos, associada à semântica (ou ao significado), o conhecimento está associado à prática, à ação.

Conhecimento explícito
O conhecimento explícito é o que conseguimos transmitir em linguagem formal e sistemática. É o conhecimento que pode ser documentado em livros, manuais ou portais ou transmitido através de correio eletrônico ou por via impressa. Na verdade, conhecimento explícito é informação.

Conhecimento implícito
O conhecimento implícito é um conceito mais recente e que serve para descrever um conhecimento que, embora ainda não tenha sido documentado, é passível de o ser. É conhecimento que possuímos e somos capazes de transmitir de forma mais ou menos assistida. Na verdade, é conhecimento que pode ser explicitado mas ainda não foi.

Exemplo: O caminho entre o local de trabalho e moradia não está registrado em nenhum lugar. Mas você pode desenhar um mapa e/ou explicar à sua amiga como chegar lá. Este conhecimento está implícito: não está documentado mas pode ser, caso você se disponha a fazê-lo.

Conhecimento tácito
O conhecimento tácito, ao contrário, é o que temos, mas do qual não temos consciência. É pessoal, adquirido através da prática, da experiência, dos erros e dos sucessos, difícil de ser formulado e transmitido de maneira formal.

Uma mesma receita de quindim (conhecimento explícito), por exemplo, pode gerar resultados bem diferentes, dependendo da experiência e sensibilidade de quem a executa. Isto acontece porque a realização do quindim envolve também um conhecimento tácito, pessoal.

Dados
Dados são uma seqüência de símbolos (letras ou números). Um texto (Paris), números (17), fotos, figuras, sons, são exemplos de dados. Dados podem ser descritos, armazenados e manipulados por computadores.

Data Mining
Do inglês, mineração de dados. Ferramenta usada em gestão da informação. Consiste em um processo analítico projetado para explorar grandes quantidades de dados (tipicamente relacionados a negócios, mercado ou pesquisas científicas), na busca de padrões consistentes e/ou relacionamentos sistemáticos entre variáveis e, então, validá-los aplicando os padrões detectados a novos subconjuntos de dados. O processo consiste basicamente em 3 etapas: exploração; construção de modelo ou definição do padrão; e validação/verificação.

Data warehouse
Tecnologia que permite que as empresas organizem e analisem enormes quantidades de dados a partir de sistemas de bancos de dados distintos.

Distorção sistêmica
É o efeito desastroso, deslocado no tempo ou espaço, provocado por uma decisão tomada "aqui e agora".

E-learning
Ensino a distância, através de meios eletrônicos e digitais.

Empreendedorismo
A palavra empreendedorismo deriva do verbo empreender, que tem como significados “deliberar-se a praticar”, “propor-se”, “tentar”, “pôr em execução”, “articular”. O empreendedor, portanto, é aquele que empreende, ou seja, aquele que pratica, que se propõe, que tenta, que põe em execução e se articula.
O empreendedor pode ser um empreendedor social, de um novo negócio – atualmente o mais conhecido – ou estar nos mais diversos tipos de organização: empresas, em diferentes momentos do seu ciclo de vida (maduras, em crescimento ou start-ups); governo; organizações não governamentais. Quando está dentro de uma organização, é chamado de empreendedor corporativo.
Dornelas (2003) utiliza a seguinte definição para o empreendedorismo corporativo: “É o processo pelo qual um indivíduo ou um grupo de indivíduos, associado a uma organização, cria uma nova organização ou instiga a renovação ou inovação dentro da organização.”
O empreendedor pode ser um único indivíduo ou uma equipe empreendedora, onde as características do “empreendedor” não estão em um indivíduo, mas na equipe.

Estratégia
Categoria geral ou tipo de ação para se atingir determinado objetivo.

Fatores críticos de sucesso
São as condições básicas para que um negócio seja bem-sucedido.

Filosofia de negócios
Estabelece as regras de conduta da operação de uma organização. Traduz seus valores em descrições mais concretas no desenvolvimento dos negócios.

Gestão do Conhecimento
Segundo Karl Sveiby, a gestão do conhecimento é a arte de criar valor a partir dos ativos intangíveis da organização. Já para o Gartner Group, ela é "uma disciplina que promove, com visão integrada, o gerenciamento e o compartilhamento de todo o ativo de informação possuído pela empresa. Esta infromação pode estar em um banco de dados, documentos, procedimentos, bem coimo em pessoas, através de suas experiências e habilidades".

Gestão de Conteúdo
Coleta, produção, edição e organização de um conjunto de informações articuladas para veiculação em um ou mais formatos de acordo com objetivos de comunicação definidos, sujeito a proteção de direitos de autoria intelectual.

Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED)
Capturar, gerenciar, processar, armazenar, e distribuir documentos eficientemente possibilita às empresas tornarem os seus negócios aptos às rápidas mudanças de mercado, ao mesmo tempo em que aumenta a produtividade e reduz custos. Sistemas GED oferecem os recursos necessários ao gerenciamento do ciclo de vida de um documento num ambiente colaborativo, em que profissionais distribuídos por espaços físicos distintos participam do processo de criação de forma organizada.

Governo eletrônico
Disponibilização de serviços e informações do governo na internet, aliado à promoção de seu efetivo acesso e uso pelos cidadãos. A visão mais abrangente do e-Gov, como também é conhecido o termo, envolve a participação e o controle social. Esta visão inclui atender as necessidades e demandas dos cidadãos individualmente, mas a vincula a princípios de universalidade. Ou seja, a inclusão digital é um elemento constituinte da política de governo eletrônico.

Governança
Refere-se às diversas formas pelas quais indivíduos e organizações (públicas e privadas) gerenciam seus problemas comuns, acomodando interesses conflitantes ou diferenciados e realizando ações cooperativas. Diz respeito não só a instituições e regimes formais de coordenação e autoridade, mas também a sistemas informais.

Groupware
Ferramenta que permite um grupo trabalhar de maneira compartilhada com e-mail, agenda de endereços, calendário, lista de tarefas e quadro de avisos.

HTML
É a acrossemia de HyperText Markup Language, uma das linguagens mais utilizadas para desenvolver páginas na internet.

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)
Indicador desenvolvido por um grupo de estudiosos para a Organização das Nações Unidas e aperfeiçoado por Amartia Sem, Prêmio Nobel de Economia em 1998. Para avaliar o nível de desenvolvimento humano das populações, considera a renda per capita, a expectativa de vida e os índices de escolarização e/ou escolaridade. Em 1997, o Brasil ocupava 79a. posição entre cerca de 180 países, configurando-se como de médio desenvolvimento humano.

Informação
Informação são dados contextualizados. Por exemplo, a frase "O inverno em Paris começa em dezembro" é um exemplo de informação (um conjunto de caracteres dentro de um determinado contexto). As informações também podem ser armazenadas e manipuladas por computadores. Uma diferença fundamental entre dado e informação é que o primeiro é puramente simbólico enquanto que o segundo tem significado.

Informação de domínio público
Informação acessível publicamente cujo uso não infringe qualquer direito legal ou qualquer obrigação de confidencialidade. Refere-se, por um lado, ao universo de todas as obras ou objetos relacionados a tais direitos que podem ser explorados por todos sem qualquer autorização quando, por exemplo, a proteção não é garantida por lei nacional ou internacional, ou quando expira-se período de proteção. Por outro lado, o termo se refere aos dados públicos e informação oficial produzida e disponibilizada voluntariamente pelos governos ou organizações internacionais.

Inovação
A inovação é o meio, o instrumento pelo qual o empreendedor busca se apropriar da oportunidade detectada. Drucker (1985) afirma que “a inovação é o instrumento específico dos empreendedores, os meios pelos quais eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente ou um serviço diferente... Os empreendedores precisam buscar, de forma deliberada as fontes de inovação, as mudanças e seus sintomas que indicam oportunidades para inovações de sucesso...”.
Inovação implica em utilizar um novo conhecimento de mercado ou tecnológico para levar um novo produto ou serviço ao mercado. Um conhecimento de mercado, segundo Afuah (1998), é o conhecimento sobre canais de distribuição, aplicações do produto, e das expectativas, preferências, desejos e necessidades dos consumidores. Um conhecimento tecnológico trata de componentes, forma de conexão dos componentes, métodos, processos e técnicas para que um produto ou serviço exista. Pode se considerar que um produto é novo quando seu custo é menor, seus atributos melhoraram, tem atributos novos ou porque sequer existia antes.
Uma nova técnica ou um novo processo que modifiquem a forma pela qual um produto é produzido pode implicar em novos atributos ou causar impacto nos custos. Assim, a inovação em processos está embutida nos conceitos de inovação de produtos ou serviços.

Inovações incrementais
Do ponto de vista organizacional, inovações são ditas incrementais quando preservam a importância das competências e ativos estratégicos das empresas no setor. Neste caso, em geral, o ator da inovação que estará mais habilitado a se apropriar das oportunidades são os incumbents, empresas que já atuam no setor e detém uma participação importante no mercado. Quando ocorrem inovações incrementais, as estruturas de mercado e de competências não são modificadas. Os atores serão as empresas que já atuam neste mercado. Não se abrem espaço para novos entrantes. Exemplos clássicos são mudanças de processos e melhorias de produtos ou serviços.

Inovação radical
Do ponto de vista econômico, uma inovação é radical quando o impacto de sua atuação muda a estrutura do mercado. Ou seja, a entrada de um produto melhor e mais barato, com atributos muito superiores ou novos, transforma os outros em não competitivos. Como exemplos temos: a criação dos automóveis, que acabou com a indústria de carruagens; na indústria fonográfica, a substituição do LP pelo CD; etc.
Inovações são ditas radicais quando as competências e os ativos estratégicos perdem a importância para o novo formato de negócio. Neste caso, em geral, o ator da inovação é uma nova empresa (start-up).

Instituição
É um sistema de normas, papéis e relações sociais relativamente estáveis, expressando-se tanto em estruturas mais formalizadas, tais como governo, regime político e legislação de modo amplo, como em estruturas informais, referindo-se a normas e valores incrustados nos hábitos e costumes de uma população.

Inteligência Coletiva
forma moderna de produzir conhecimento em rede, identificada pelo filósofo francês Pierre Lévy, através de conexões sociais, tornada viável através de ações dirigidas por comunidades, que se apropriam de ferramentas interativas disponíveis nos ambientes de rede (internet, intranet e outras).

Inteligência Competitiva
É um processo sistemático e ético de coleta de informações das atividades desenvolvidas pelos concorrentes e das tendências gerais dos ambientes de negócios.

Deve ser sistemática. De nada adianta montar uma estrutura de coleta de informações sobre o ambiente de negócios, gerar os primeiros relatórios para, em seguida, paralisar esta atividade. Da mesma forma, um método deve ser estabelecido e mantido desde o início até o fim da atividade. Além disso, o processo deve ser ético, para preservar a imagem da empresa entre as concorrentes e os clientes.

Um sistema de inteligência competitiva deve ser composto por um mínimo de quatro fases: identificação da informação necessária; coleta; análise e transmissão dessa informação aos tomadores de decisão.

Para realizar deste trabalho, levamos em consideração quatro grande variáveis: política, social, econômica e tecnológica. Para cada uma destas variáveis, consideramos o conjunto de atores (clientes, concorrentes, fornecedores, governo) no ambiente de negócios.

Inteligência Empresarial
O conhecimento é o principal componente no processo de criação de riqueza. Sua gestão é uma necessidade para que as organizações obtenham sucesso nesta nova sociedade. Mas a gestão do conhecimento, embora necessária, não é suficiente. Sem capacidade de inovar - criar novos produtos e serviços, novos mercados, exportar e empreender negócios, nenhuma empresa se tornará líder em seu setor ou mesmo conseguirá sobreviver.

Conhecimento, inovação e empreendedorismo formam, assim, um tripé indissociável (figura 2) para o sucesso das organizações na nova economia. A esta sinergia entre conhecimento, inovação e empreendedorismo damos o nome de inteligência empresarial.

Figura 2: Inteligência Empresarial

Internet
Rede mundial de computadores.

Intranet
Rede de computadores de uma organização. O que a diferencia da internet é o fato de ela ter acesso restrito apenas aos colaboradores de uma organização.

Invenção x inovação
Inovação não é sinônimo de invenção. Invenções ocorrem, em geral, nos laboratórios das Universidades ou nos Centros de Pesquisas e não estão associadas à sua transformação em produtos, serviços ou processos, enquanto que uma inovação está necessariamente ligada ao ato de ir mercado, de ser adotado por clientes. É por esta razão que necessariamente a inovação está ligada a uma empresa. É a empresa o agente que lhe dá vida, através da sua transformação / incorporação da inovação em produtos ou serviços, e faz com que ela ganhe significado econômico.

Janela de oportunidade
A oportunidade tem inerente à sua natureza a questão do tempo. Uma oportunidade não dura para sempre, pois outros atores irão percebê-la e se mobilizar para dela se apropriar. Quando isso ocorre, a oportunidade deixa de existir, pois o problema já foi equacionado pelo mercado. Em determinado momento pode estar aberta ou fechada. As expressões populares “passou o trem, agora só esperando outro” e “cavalo selado não aparece sempre” expressam bem essa situação.

Link
Ligação entre páginas web ou entre arquivos.

Mapeamento de competências
Metodologia que permite mapear o capital intelectual de uma organização, com ênfase na identificação de competências de seus colaboradores.

Marca
É todo sinal distintivo, visualmente perceptível, que identifica e distingue produtos e serviços de outros análogos, de procedência diversa, bem como certifica a sua conformidade com determinadas normas ou especificações técnicas.

Marketing Social
É a gestão estratégica do processo de introdução de inovações sociais, a partir da adoção de novas atitudes, comportamentos e práticas individuais e coletivas, orientadas por preceitos éticos, fundamentadas nos direitos humanos e na eqüidade social. O marketing social é, atualmente, uma das ferramentas mais aplicadas na gestão de projetos e programas sociais.

Marketing viral
A exploração de redes sociais pré-existentes para promover aumentos exponenciais em conhecimento de determinada marca, produto ou serviço. O marketing viral faz uso dessas redes inserindo assuntos que serão comentados pela comunidade. Algumas ferramentas do marketing viral são os blogs, webcasts (vídeos), comunidades como Orkut, etc.

Mercado
É o grupo de compradores reais e potenciais de um produto ou serviço (KOTLER, P. et. al.). Pode ser segmentado em razão do produto ou serviço (mercado de grãos, de automóveis, de assistência médica, etc.), da natureza do consumidor (mulheres, jovens, usuários de serviços bancários) e da localização (praças do Rio de Janeiro, São Paulo, etc.)

Metadados
Definidos de maneira geral como informação sobre informação, fornecem o contexto informacional necessário à localização de documentos. Permitem que documentos diferentes possam ser agrupados de forma lógica pelos criadores de conteúdo, que podem ser ajudados por ferramentas de geração automática de informações para índices como autor, data de criação, palavras-chave.

Missão
A missão é uma declaração que especifica a razão de ser de uma organização. É o objetivo principal que deve nortear todos os seus planos e programas. A missão é algo com que a organização precisa estar de acordo, enquanto a visão é alguma coisa que se persegue.

Modelos mentais
Imagens, pressupostos e histórias que trazemos em nossas mentes, acerca de nós mesmos, das outras pessoas, das instituições e de todos os aspectos do mundo. Como uma vidraça que emoldura ou distorce sutilmente nossa visão, os modelos mentais determinam o que vemos.

Negócios eletrônicos
Atividades econômicas que se utilizam de redes eletrônicas como plataforma tecnológica. É comum adotar-se também a expressão inglesa e-business, que engloba os diversos tipos de transações comerciais, administrativas e contábeis envolvendo governo, empresa e consumidores. A principal atividade dessa nova categoria de negócio é o comércio eletrônico, ou e-commerce.

Networking
Rede de relacionamentos.

Objetivo estratégico
Expressão geral da direção estratégica de uma organização de acordo com sua missão e sua visão.

ONG
Organização Não-Governamental. É definida como uma entidade privada, sem fins lucrativos, de interesse público, e que não está vinculada a nenhum órgão do governo. Essa denominação foi utilizada pela primeira vez pelo Ecosoc (Conselho Econômico e Social das Nações Unidas), em 1950.

Ontologia
Na filosofia, o termo define um ramo de estudo da natureza e das relações do Ser. Engenheiros de software de inteligência artificial, trabalhando na representação de conhecimento se apropriaram do termo e traduziram, de maneira simplificada, o conceito filosófico de “Ser”, no conceito de “domínio”, esfera de atividade com usuários específicos, conteúdos e processos.

Oportunidade
O empreendedor está intimamente ligado ao processo de inovação, e a inovação começa com a identificação das oportunidades.
O processo de identificação de oportunidades, portanto, não pode ser dissociado do empreendedor. A oportunidade não é para todos, e sim para aqueles que estão preparados para percebê-las e delas se apropriar. Drucker (1985) mostra que “a inovação é o instrumento específico dos empreendedores, os meios pelos quais eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente ou um serviço diferente... Os empreendedores precisam buscar, de forma deliberada, as fontes de inovação, as mudanças e seus sintomas que indicam oportunidades para inovações de sucesso...”.

Organização Virtual
É uma rede de instituições, empresas e/ou indivíduos que pode ser temporária ou permanente e usa intensivamente as tecnologias de comunicação e informação. Sua constituição tem como objetivo atinjir metas que não seriam alcançadas sozinhas.

Organograma
Gráfico que representa a estrutura ou arquitetura formal da empresa em determinado momento; forma estática de configurar a organização ou algum segmento que a compõe.
Os Níveis Hierárquicos de um cronograma são cada um dos conjuntos de cargos na hierarquia com o mesmo nível de autoridade; sua amplitude de comando é o número de funcionários subordinados a um gerente, onde n é o número de subordinados que o chefe pode supervisionar pessoalmente, de maneira efetiva e adequada.

Permite visualizar:

  • a estrutura geral da empresa;
  • a estrutura dos segmentos da empresa;
  • a divisão do trabalho;
  • a relação hierárquica ou de autoridade;
  • as relações funcionais.

Páginas Amarelas
Tipo de projeto adotado para o mapeamento do conhecimento existente em uma organização. Concentra-se nos possuidores do conhecimento e nos seus usuários potenciais. É um tipo de projeto que reconhece que encontrar a pessoa que tem o conhecimento de que alguém necessita e depois transferir esse conhecimento de uma pessoa para outra é um fator crítico de sucesso para a competitividade das organizações.

Patente
É o título da proteção legal de uma invenção concedido por um organismo governamental.

Pedido de Patente
É um documento depositado pelo solicitante (depositante) requerendo concessão de patente.

Pensamento sistêmico
É a disciplina da permanente atenção dos efeitos das decisões e de tudo que acontece agora-aqui num futuro-acolá, considerando o objeto de estudo como uma entidade viva.

Plano de ações
Planejamento das etapas e tarefas para se implementar estratégias.

Plano de Negócios
O Plano de Negócios é a ferramenta do empreendedor. É através dele que o empreendedor analisa e planeja a inovação.
O Plano de Negócios é um documento único e vivo, que deve refletir a realidade, as perspectivas e a estratégia da empresa, respondendo as perguntas:

  • Quem sou?
  • O que faço?
  • Como faço?
  • Por que faço?
  • O que quero, em particular, do leitor?
  • Para onde vou?
Ser um instrumento vivo é a condição necessária para a sua efetividade. Mudanças no ambiente econômico, de mercado, tecnológico ou interno da empresa devem estar permanentemente refletidas no Plano de Negócios.
Um Plano de Negócios pode ter diferentes formatos e estruturas. Porém, em geral, o documento tem os seguintes componentes básicos:
  • Resumo Executivo
  • Descrição geral da empresa
  • Análise Estratégica
  • Análise de Mercado
  • Produtos e Serviços
  • Plano de Marketing e Vendas Plano Financeiro

Portal de informação
Interface que fornece um ponto de acesso único a múltiplas fontes de informação armazenadas, sejam elas internas ou externas à organização.

Primeiro Setor
É composto pelas organizações que representam o governo, tanto no âmbito municipal, estadual como no federal.

Propriedade Industrial
Ramo da Propriedade Intelectual que trata de invenções em geral, desenhos e modelos industriais, marcas e concorrência desleal. Essas invenções são protegidas através de patentes.

Propriedade Intelectual
É criada pelo intelecto humano ou uma atividade inspiradora, detendo leis próprias de proteção. Divide-se em: criativa (marcas, softwares, copyrights) e inovadora (patentes, design industrial, segredos comerciais). Compõe-se de idéias, invenções e expressões criativas.

Público-alvo
Segmento do público que se pretende atingir com determinada estratégia ou ação.

Repositório de Memória Organizacional
Tipo de projeto que contempla um processo estruturado e formalizado, onde estarão depositadas as ações da organização, relativas ao desenvolvimento do seu trabalho. O processo que formata o desenvolvimento desse repositório estabelece como procedimentos a pesquisa, a seleção e elaboração de conteúdos, a codificação, a estruturação, o armazenamento e a disseminação. Para que esse processo seja ágil e eficaz precisará ser acessado via sistema eletrônico e poderá ser consultado e atualizado no momento e lugar que se fizer necessário.

Responsabilidade Social Empresarial
Segundo o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Empresarial, uma empresa é socialmente responsável quando vai além da obrigação de respeitar as leis, pagar impostos e observar as condições adequadas de segurança e saúde para os trabalhadores, e faz isso por acreditar que assim será uma empresa melhor e estará contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa.

Segundo Setor
De acordo com definição da ANDI, é o setor ocupado pelas empresas privadas, que são organizações de direito privado e que atuam com fins lucrativos.

Sinergia
Esforço colaborativo onde ocorre um encantamento na troca mútua de experiências, amplificando o valor de tudo que se realiza em conjunto.

  • Sinergizar significa confiar e colaborar no trabalho conjunto para produzir algo muito melhor do que se conseguiria com o somatório dos resultados em separado.
  • Virtude tem a ver com a qualidade de ser moralmente excelente e com uma disposição para pensar, decidir e agir visando compartilhar uma vida prazerosa.
  • Resiliência tem a ver com a capacidade de absorver o impacto das mudanças com um mínimo de comportamento disfuncional.
  • Proatividade tem a ver com a responsabilidade de decidir e agir de forma consciente e independente das circunstâncias inibidoras.
  • Objetividade tem a ver com o uso da imaginação e da consciência para decidir o que fazer com o tempo, talento e instrumentos que possuímos para trabalhar.
  • Flexibilidade tem a ver com a disposição para resolver, modificar, adaptar ou evoluir tendo em mente um objetivo a realizar.
  • Prioridade tem a ver com iniciativa e força de vontade para colocar o mais importante em primeiro lugar visando a eficácia através da redução do trabalho flutuante.
  • Negociação tem a ver com coragem para explicitação de pontos de vista com transparência e consideração na busca por solução que atenda a todas as expectativas. Comunicação tem a ver com coragem temperada pela consideração para primeiro procurar compreender, para depois ser compreendido. Maestria pessoal significa a capacidade não apenas de produzir resultados, mas também de "dominar" os princípios, métodos e técnicas associadas ao modo de produzir resultados.

Sociedade do conhecimento
Diz-se dos arranjos sócio-econômicos pós-industriais, marcados pela preponderância da informação e do conhecimento e pela predominância dos processos organizados em torno de redes. O termo sociedade do conhecimento enfatiza o processo de geração de novos conhecimentos, bem como sua atual importância estratégica como fator de diferenciação e competitividade, em termos econômicos e (geo)políticos.

Start-up
Uma tipologia utilizada pela comunidade de investidores para uma empresa que já saiu da fase de concepção e está no momento de finalização de protótipos, contratando profissionais, comprando equipamentos, aprofundando pesquisas de mercado, desenvolvendo produtos e serviços e buscando os primeiros clientes.

Taxonomia
É o conjunto das categorias em que será classificado os conteúdos de um repositório. No caso de um website, ela será a base para especificar dados num gerenciador de conteúdo, quanto para gerar a hierarquia de páginas e o menu de navegação.

Terceiro Setor
Constituem o Terceiro Setor as organizações de direito privado e sem finalidades lucrativas que geram bens e serviços de caráter público e desenvolvem atividades com eventual impacto político, social, econômico e cultural.

Thesauri
Conjuntos de termos construídos cuidadosamente por aproximações “maior que”, menor que”, ou “relacionado a” ou ligações cruzadas. Estas ligações mostram o relacionamento entre termos e provêem uma estrutura hierárquica que permite a busca em vários níveis de camadas mais abrangentes a camadas de informação mais específicas.

Valores
São os princípios coletivos e ideais que guiam os pensamentos e ações de um indivíduo ou de um grupo. Valores definem o caráter de uma organização, descrevem as suas crenças.

Valor dos intangíveis
Um dos elementos essenciais nos objetivos de avaliação de ativos é a identificação do padrão do valor a ser estimado. Nesse sentido, os ativos intangíveis podem apresentar diferentes valores, tais como:

  • fair market value: o que um consumidor típico estaria disposto a pagar a um vendedor típico pelo ativo. Conceito subjetivo, freqüentemente utilizado pelos juristas, de pouco valor empírico para as transações;
  • fair value: conceito jurídico, indica o valor justo a ser pago ao proprietário de um ativo intangível como ressarcimento por ter sido privado de seu uso;
  • valor de mercado: o preço mais provável de um ativo transacionado em um mercado aberto e competitivo, onde compradores e vendedores têm pleno conhecimento das condições de operação e não há víeis no preço;
  • valor de aquisição: o preço que o comprador está disposto a pagar pelo ativo intangível, considerados os benefícios que ele agrega;
  • valor de uso: valor do ativo intangível em um uso específico;
  • valor de investimento (ou do investidor): o valor do ativo intangível dado um conjunto particular de critérios de investimento individuais;
  • valor de propriedade: o preço do ativo intangível para seu proprietário dado o uso atual do ativo, recursos e capacidades em sua exploração comercial;
  • valor de seguro: o valor que as seguradoras exigem para substituir o ativo intangível com utilidade, funcionalidade e capacidade de geração de receita comparável;
  • valor de garantia: o valor que o credor emprestaria recebendo como garantia o ativo intangível;
  • valor ad valorem: o valor do ativo intangível para o propósito de taxação, dados os padrões fiscais da jurisdição.

Vantagem competitiva
Fator que permite a uma organização diferenciar-se positivamente de suas concorrentes.

Visão
Imagem que uma organização tem a respeito de si mesma projetada além do tempo e do espaço, representando o destino que se pretende transformar em realidade e a imagem daquilo que gostariam que a organização fosse.

Visão compartilhada
É o que ocorre num processo sem fim no qual as pessoas de uma organização articulam suas histórias comuns, considerando visão, propósito, princípios, valor pessoal do trabalho, e como ele se encaixa no mundo maior.

Watchdog
Agente que vigia comportamento de um sistema e age em caso de falha deste.

Webdesign
Criação de websites e outras mídias digitais. É o que permite aliar um visual bonito e atraente à facilidade de leitura e navegação de um website. Webdesigner é o profissional responsável por essa atividade.

Webmaster
É a pessoa responsável pela criação e manutenção tecnológica de um website.

Website
É um conjunto de páginas na World Wide Web, designado por um endereço (URL) e cuja porta de entrada é a homepage. É também chamado de site ou, em português, sítio.

Workflow
Fluxo de trabalho, com ações estruturadas e definidas.

World Wide Web
Do inglês, teia de abrangência mundial. Também conhecida apenas como “www” ou “web”, é um sistema de distribuição de informação baseado em hipertexto, pelo qual os usuários da internet (rede internacional) podem criar, editar, pesquisar e recuperar dados.  

Cadernos CRIE
Veja a aqui nova publicação do “Cadernos Crie” com o artigo intitulado: “ANAC/SAR: O caso do Mapeamento de Conhecimentos Críticos do Processo de Certificação de Tipo de Aeronaves para Elaboração de um Plano de Ação em Gestão do Conhecimento”.
Crie-learning
Para mais informações, clique aqui
Pós-Graduação em Gestão do Conhecimento
NOVAS TURMAS em ABRIL DE 2014!! MBA em Gestão do Conhecimento (MBKM, da sigla em inglês). Novas turmas MBKM 80hs (Extensão) e MBKM 360hs (Especialização). Saiba mais aqui.
Revista Inteligência Empresarial
O n. 32 da revista traz como tema principal as Plataformas do Conhecimento, com o artigo "As novas ferramentas colaborativas e as mudanças no acesso à informação", do professor Carlos Nepomuceno.


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